40 bombeiros invadiram a sede do Ministério Público (MP) de São Tomé e Príncipe na noite de quarta (3) para libertar dois colegas detidos suspeitos de feminicídio.
Segundo a imprensa local, foram utilizados caminhões e viaturas da corporação para tomar o prédio. O Procurador-Geral da República (PGR), Kelve Carvalho, afirma que ele e outros três funcionários foram ameaçados.
A ação é uma escalada na tensão entre as duas instituições do país da África Ocidental. O MP tentou fazer diligências na sede dos Bombeiros para investigar o espancamento até a morte da mulher em frente a corporação, mas foram ameaçados com armas pelos agentes.
Os acusados retornaram à custódia, após o governo ordenar a recondução deles. Ambos devem ser apresentados à Justiça nesta semana.
Por Victor Hugo Gomes dos Santos